Biografias: Os capítulos da vida alheia

Histórias reais nos intrigam e agradam, portanto vendem muito!

 
Postado por: Bruno Laforé
 

Todo mundo se interessa pelos mínimos detalhes da vida de seu ídolo ou por conhecer um pouco mais sobre certo personagem histórico que tenha contribuído para a formação do mundo como é hoje. Por isso, livros biográficos são muito procurados e sempre marcam presença nos rankings de mais vendidos. É fato: histórias reais nos intrigam e agradam.

Atualmente, no topo das listas de vendas estão as biografias:

– “Patton – O Herói Polêmico da Segunda Guerra”, de João Fábio Bertonha. A publicação da Editora Contexto retrata a vida e o trabalho do general americano de extrema direita, no cenário chocante da 2ª Guerra Mundial.

– “Minha Mocidade”, de Winston Churchill. A obra impressa pela editora Nova Fronteira é escrita por seu protagonista. Churchill foi jornalista, Primeiro Ministro da Inglaterra na 2ª Guerra Mundial e recebeu um Prêmio Nobel de Literatura.

– “Restart – Coração na Mão”, de Fátima Gigliotti. O livro da Editora Benvirá conta a história completa da banda que, em pouco tempo, conquistou as paradas de sucesso nacionais e o coração de muitas fãs. Mesmo com divergências sobre a qualidade de suas músicas, os garotos lançam moda entre os jovens e conseguem atrair muitos leitores a comprar sua biografia.

Como todo bom curioso, eu tenho lido muitas biografias também. Hoje, separei as duas melhores da minha estante para indicá-los:

– “O Anjo Pornográfico”, de Ruy Castro. A biografia do escritor Nelson Rodrigues, publicada pela Cia. Das Letras, narra de forma bastante agradável a trajetória daquele que se tornou o melhor autor de teatro brasileiro. Nelson passou por muitos altos e baixos em sua vida pessoal e conviveu, dentro de casa, com algumas personalidades que contribuíram para os rumos do jornalismo no Brasil, como seu pai Mário e seu irmão Roberto.

– “Ruth Cardoso – Fragmentos de uma vida”, de Ignácio de Loyola Brandão. O livro impresso pela Editora Globo é visivelmente comercial. Foi lançado pouco tempo após a morte da antrpóloga e ex-Primeira Dama do Brasil, porém a leitura torna-se bastante agradável devido à personalidade de “Ruthinha”. O autor é conterrâneo de sua biografada e se mostra, desde o início, despretensioso em mostrar sua vida de forma linear. Ao contrário disso, foca em acontecimentos relevantes e os retrata com grande riqueza de detalhes. Os leitores se apegam à protagonista e, portanto, a passagem que retrata sua morte é de fazer chorar.

 

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Publicado em 14 de setembro de 2011, em Cultura e marcado como , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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