Arquivo da categoria: Economia

Veja dicas para viajar melhor

Postado por Sara Abdo e Tatiana Montiel

É fato que as pessoas estão viajando cada vez mais. Seria uma questão de maior acesso e facilidade na compra das passagens? É mais seguro ou mais barato? Ônibus, carro, avião? Leia o resto deste post

Os Custos do Transporte

 

Créditos: SPTrans

Postado por: Sara Abdo e Tatiana Montiel

Um dos maiores problemas enfrentados pelos moradores de cidades grandes e seus arredores é o trânsito. Sabe-se que uma das principais soluções para esse problema é o uso do transporte público. Porém, nunca chegamos nem perto do fim do problema. Por que isso acontece?

O transporte público, como ônibus, trem e metrô é muito vantajoso. Além de mais barato, por não incluir gasto com estacionamento, zona azul nas regiões mais movimentadas das capitais e não estar submetido às alterações nas tarifas de taxi, o transporte público leva o passageiro a seu destino com menos riscos. Ainda, há a questão da sustentabilidade, pois o transporte público acomoda muito mais pessoas a serem transportadas por uma mesma quantidade de combustível e ocupam menos espaço nas vias de trânsito. Economiza-se em combustível, manutenção e, conseqüentemente, polui-se menos.

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Os desafios do economês


Economia esclarecida.

Postado por: Sara Abdo e Tatiana Montiel

Essa língua não tem gramática, mas tem significado. É lido por muitos e entendidos por poucos. A alta do dólar, valorização do real, crise econômica, sistema financeiro… O que será que isso tudo quer dizer? Por que há tantos contextos se a protagonista é sempre a mesma: a(s) moeda(s)?

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Ops, valorizou !!

Postado por: Sara Abdo e Tatiana Montiel

Durante o mês de setembro, o dólar esteve em alta. De modo geral, a cotação do dólar variou 20% em relação ao real. Segundo uma reportagem da Veja, do dia 28 de setembro, a valorização do dólar é uma das conseqüências da percepção de que a crise econômica na Europa e nos Estados Unidos é mais grave do que se imaginava até aqui.

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Imóveis: suas dúvidas esclarecidas

Margareth Oliveira Mulatinho

Postado por: Sara Abdo e Tatiana Montiel

Em entrevista ao blog Eh tipo internet?, a corretora de imóveis Margareth Oliveira Mulatinho, 47, fala sobre as características e tendências do mercado imobiliário. Segundo ela, seu trabalho sempre foi em banco, na área comercial e financeira. Há três anos começou a trabalhar na Gafisa, porém, exigia muita carga horária, o que não correspondia às suas expectativas, saiu da empresa. Interessou-se pelo estilo da corretora Maber, o valor que a empresa dava aos corretores e o atendimento diferenciado aos clientes, se candidatou a uma vaga. O que atrai Margareth Mulatinho neste mercado é o fato de lidar com pessoas, com seus desejos e sonhos e poder fazer parte disto e, principalmente quando os objetivos são alcançados, os rendimentos são muito bons.

EH TIPO INTERNET?: Existe uma relação concreta entre a crise mundial de 2008 e as mudanças nos valores imobiliários no Brasil?

MARGARETH MULATINHO: A crise de 2008 não afetou diretamente os valores dos imóveis no Brasil, mas como o crédito ficou mais difícil, as vendas caíram muito.

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Mercado imobiliário: altos e baixos

Postado por: Sara Abdo e Tatiana Montiel

Oscilações do mercado imobiliário.

Em 2008, o mercado imobiliário brasileiro não sofreu o grande impacto que desolou o mercado americano: houve algumas quedas, desacelerações e movimentos cautelosos, mas nada que trouxesse grandes prejuízos. Passado o susto inicial, o Brasil pôde se reestabelecer: Já em 2009, o mercado imobiliário estava superaquecido, o que foi favorecido pelas baixas taxas de juros no setor. O mercado ficou em alta e o preço dos imóveis para locação e compra teve um grande crescimento nos últimos dois anos. Essa situação perdurou até recentemente, pois houve um desaquecimento do mercado imobiliário. Depois de uma alta vertiginosa no preço, a tendência de qualquer mercado é a desaceleração do crescimento. No caso do paulistano, houve um registro de queda de 31,3% das vendas em relação ao 1º semestre de 2010. Para Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), o preço dos imóveis chegou perto do teto, o que desacelerou a valorização e estreitou as possibilidades de compra. O mercado ficou estagnado. Especialistas afirmam que a supervalorização dos imóveis na capital continuará, mas cada vez menor. Segundo estatísticas, a (natural) queda no preço vai ficar mais evidente no decorrer de 2012, já que a explosão no mercado tornou-se insustentável.

Segundo matéria da Folha de S.  Paulo, o preço do m² na capital paulista varia entre R$2 mil e R$17 mil.

“Queremos ter redução de juros no Brasil”, diz Dilma Rousseff

Guido Mantega e presidente Dilma Rousseff em reunião para novas medidas na economia

Postado por: Sara Abdo e Tatiana  Montiel

Ontem, 30/08, as Bolsas de Valores oscilaram no mundo todo devido às expectativas da reunião do FED (Banco Central norte-americano). No início do dia as Bolsas estavam em baixa devida pior queda de confiança do consumidor americano e da Zona do Euro em dois anos.  Após a divulgação da ata da reunião do FED as Bolsas dos EUA e do Brasil fecharam em alta e com boas expectativas para as novas medidas do FED para contenção dos juros até o início de 2013. No Brasil, a Ibovespa fechou com em alta de 0,96%, aos 55.385 pontos e nos EUA o Dow Jones subiu 0,17%. Na Europa a economia não teve fluxo definido; Londres subiu 2,70%, Paris ganhou 0,18% e Frankfurt fechou em queda de 0,46%.

O ministro da economia Guido Mantega disse que ampliar o superávit primário permitirá a redução de juros e colocou uma meta de fechar esse superávit em R$ 1 milhão. Para a presidente Dilma segundo o portal O Globo é necessário uma queda nos juros para que o país cresça.

A Cri$e do$ EUA

Condição da economia norte americana em 2008

 Postado por: Sara Abdo e Tatiana Montiel

Com o advento da internet, as transações nas Bolsas de Valores passaram a ser instantâneas, o que proporcionou um fluxo muito alto de capital e, consequentemente, maiores modalidades de atuação no mercado em todo o mundo. Imóveis começaram a ser vendidos e financiados aos montes. Os bancos foram os principais beneficiados ao receberem muito capital investido. Sendo assim, esses bancos tornaram-se focos de investimento, fossem esses vantajosos ou não. Alan Greenspan, ex-presidente do Federal Reserve (banco central americano), era o responsável, até 2006, pela supervisão do sistema financeiro dos EUA. Na época em que a crise de 2008 eclodiu, ele se declarou surpreso com o “tsunami do setor do crédito” que invadiu o país. Greenspan admitiu que errou “parcialmente” quando apostou na falta de controle sobre o consentimento de empréstimos a pessoas avaliadas como subprimes (que não são aptas a receber financiamentos por não apresentarem garantias de que devolverão o dinheiro). Durante o tempo em que Greenspan esteve na presidência do Fed, a falta de regulação econômica por parte do banco central levou à multiplicação dos investimentos especulativos. Houve um boom de falsas especulações em torno do real valor das ações. Dessa forma, aconteceu que alguns investimentos não eram propícios e, declarada uma moratória, uma série de outros bancos/investidores ficaram na mesma situação de falência. A falência no sistema financeiro alcançou o sistema econômico, que se alastrou pelo mundo o qual, ainda hoje, não se recuperou economicamente.

Bem vindos à crise

Efeito Dominó - situação atual da economia

Postado por: Sara Abdo e Tatiana Montiel

A crise financeiro-econômica começou nos EUA e espalhou-se nas economias direta e indiretamente ligadas à economia norte-americana. Com altas dívidas, o sistema financeiro norte-americano interferiu no sistema econômico, esse diretamente ligado às demais economias. Não havia mais capital para transações internacionais, o que interferiu nas importações e exportações mundiais. Recentemente, a Standard & Poor’s (S&P), seguradora de riscos, avaliou os Estados Unidos como um país de rating AA+, diferente do que era (AAA), se referindo à segurança dos investimentos.  Essa avaliação fez com que o país perdesse a credibilidade dos consumidores e empresas e, ainda, tivesse queda no consumo, impacto nas exportações e na bolsa de valores.  Sendo assim, mais uma vez, quase três anos depois, o mundo sentiu o reflexo da economia norte-americana e da Zona do Euro, ambas enfraquecidas e endividadas.

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