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“Tropa de Elite 2” estreia nos EUA e inicia campanha ao Oscar

Cartaz americano do filme “Tropa de Elite 2”

Sob o título “Elite Squad: The enemy whitin” (em português, Tropa de Elite: O inimigo interno), o longa brasileiro dirigido por José Padilha estreou nos cinemas de Nova York na última sexta-feira e será lançado em outras 25 cidades dos EUA a partir do dia 25. O filme tem sido elogiadíssimo pela crítica americana: no site Rotten Tomatoes, que reúne textos de alguns dos principais críticos de cinema do mundo, o filme conquistou de forma unânime os especialistas  e 93% do público em geral. São índices importantes para a campanha do filme no Oscar em 2012, para concorrer ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro.

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Nós somos os ”99%”

Manifestantes em Wall Street, Nova Iorque

Postado por : Pedro Jorge Ferrari

O mundo atualmente passa por um período de revoluções e insurreições por todos os cantos, desde os estudantes chilenos na América Latina até os protestos árabes contra a tirania de seus regimes governamentais. Em meio a esses grandes acontecimentos, o movimento, iniciado nos Estados Unidos em 17 de setembro e internacionalizado em 15 de outubro através da hashtag #occupywallstreet, cresceu e se tornou uma mobilização mundial contra a parte dominante(financeiramente) da sociedade. Leia o resto deste post

Em busca do concorrente de Obama

Postado por: Mariana Mundim

De acordo com uma pesquisa realizada na última terça-feira, dia 25 de outubro, os republicanos, do partido concorrente ao Democrata – de Barack Obama – ainda não decidiram quem vai concorrer com o atual presidente americano nas eleições de novembro de 2012 e assim vetar a sua reeleição.

 A pesquisa que envolveu 1,475 eleitores registrados incluindo 455 que planejam votar em uma primária republicana, aponta que o empresário Herman Cain lidera a corrida. Com 25% dos votos, Cain é seguido por Mitt Roomney, ex-governador do estado de Massachusets, com 21%.

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“Queremos ter redução de juros no Brasil”, diz Dilma Rousseff

Guido Mantega e presidente Dilma Rousseff em reunião para novas medidas na economia

Postado por: Sara Abdo e Tatiana  Montiel

Ontem, 30/08, as Bolsas de Valores oscilaram no mundo todo devido às expectativas da reunião do FED (Banco Central norte-americano). No início do dia as Bolsas estavam em baixa devida pior queda de confiança do consumidor americano e da Zona do Euro em dois anos.  Após a divulgação da ata da reunião do FED as Bolsas dos EUA e do Brasil fecharam em alta e com boas expectativas para as novas medidas do FED para contenção dos juros até o início de 2013. No Brasil, a Ibovespa fechou com em alta de 0,96%, aos 55.385 pontos e nos EUA o Dow Jones subiu 0,17%. Na Europa a economia não teve fluxo definido; Londres subiu 2,70%, Paris ganhou 0,18% e Frankfurt fechou em queda de 0,46%.

O ministro da economia Guido Mantega disse que ampliar o superávit primário permitirá a redução de juros e colocou uma meta de fechar esse superávit em R$ 1 milhão. Para a presidente Dilma segundo o portal O Globo é necessário uma queda nos juros para que o país cresça.

Grand Prix: Brasil perde dos EUA e fica com prata

Natália tenta vencer o bloqueio americano (Divulgação / FIVB)

Postado por Rafael Magalnik

Não foi a cor de medalha que o torcedor mais desejava. Num jogo em que nada deu certo, a seleção brasileira feminina de vôlei foi derrotada pela seleção norte-americana por 3 sets a 0, parciais de 26/24, 25/20, 25/21. O que nos deixa mais decepcionados é a campanha vitoriosa e heróica do time comandado por Roberto Guimarães, que merecia, sem dúvida a medalha de ouro. Até o jogo deste domingo, a equipe estava invicta e já tinha despachado o forte time da Rússia, que até então era a atual campeã, mas 3 jogadoras acabaram com o sonho brasileiro: Logan Tom, Destinee Hooker e Heather Brown foram fundamentais para a quarta conquista estadunidense, a segunda seguida da Liga Mundial.

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Obama 2012 : Foi dada a largada

Postado por: Pedro Jorge Ferrari

Na semana passada, o presidente Barack Obama realizou uma caravana, que percorreu os três Estados do Meio-Oeste dos EUA de ônibus, em busca de maior popularidade. O roteiro começou em Minnesota, passou por Iowa e terminou em Illinois, três Estados dos quais Obama venceu nas eleições de 2008.

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A Cri$e do$ EUA

Condição da economia norte americana em 2008

 Postado por: Sara Abdo e Tatiana Montiel

Com o advento da internet, as transações nas Bolsas de Valores passaram a ser instantâneas, o que proporcionou um fluxo muito alto de capital e, consequentemente, maiores modalidades de atuação no mercado em todo o mundo. Imóveis começaram a ser vendidos e financiados aos montes. Os bancos foram os principais beneficiados ao receberem muito capital investido. Sendo assim, esses bancos tornaram-se focos de investimento, fossem esses vantajosos ou não. Alan Greenspan, ex-presidente do Federal Reserve (banco central americano), era o responsável, até 2006, pela supervisão do sistema financeiro dos EUA. Na época em que a crise de 2008 eclodiu, ele se declarou surpreso com o “tsunami do setor do crédito” que invadiu o país. Greenspan admitiu que errou “parcialmente” quando apostou na falta de controle sobre o consentimento de empréstimos a pessoas avaliadas como subprimes (que não são aptas a receber financiamentos por não apresentarem garantias de que devolverão o dinheiro). Durante o tempo em que Greenspan esteve na presidência do Fed, a falta de regulação econômica por parte do banco central levou à multiplicação dos investimentos especulativos. Houve um boom de falsas especulações em torno do real valor das ações. Dessa forma, aconteceu que alguns investimentos não eram propícios e, declarada uma moratória, uma série de outros bancos/investidores ficaram na mesma situação de falência. A falência no sistema financeiro alcançou o sistema econômico, que se alastrou pelo mundo o qual, ainda hoje, não se recuperou economicamente.

Bem vindos à crise

Efeito Dominó - situação atual da economia

Postado por: Sara Abdo e Tatiana Montiel

A crise financeiro-econômica começou nos EUA e espalhou-se nas economias direta e indiretamente ligadas à economia norte-americana. Com altas dívidas, o sistema financeiro norte-americano interferiu no sistema econômico, esse diretamente ligado às demais economias. Não havia mais capital para transações internacionais, o que interferiu nas importações e exportações mundiais. Recentemente, a Standard & Poor’s (S&P), seguradora de riscos, avaliou os Estados Unidos como um país de rating AA+, diferente do que era (AAA), se referindo à segurança dos investimentos.  Essa avaliação fez com que o país perdesse a credibilidade dos consumidores e empresas e, ainda, tivesse queda no consumo, impacto nas exportações e na bolsa de valores.  Sendo assim, mais uma vez, quase três anos depois, o mundo sentiu o reflexo da economia norte-americana e da Zona do Euro, ambas enfraquecidas e endividadas.

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